Bicicleta de Montanha rota recomendada

Centro Cyclin'Portugal da Serra do Açor - Coja (P34 - Preto)

Bicicleta de Montanha · Portugal
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Aldeias do Xisto Parceiro verificado  Escolha dos Exploradores 
  • Centro de BTT da Serra do Açor
    Centro de BTT da Serra do Açor
    Foto: Agnelo Quelhas, Aldeias do Xisto
m 1200 1000 800 600 400 200 -200 80 70 60 50 40 30 20 10 km
Com cerca de 86km de extensão, é de grau muito difícil. A dificuldade é, contudo, compensada pela riqueza natural e patrimonial com que se vai cruzando.
difícil
Distância 86,2 km
5:30 h
2 756 m
2 756 m
1 082 m
180 m
Inicialmente, este percurso partilha o trajeto com os percursos verde, azul e vermelho, seguindo pelas ruas de Coja, a Ponte Romana e o Parque do Vale, entrando nos pisos de terra batida através do Aeródromo e da zona das antigas indústrias cerâmicas. Com cerca de 86km, é de grau muito difícil, desafiando-o a superar alguns obstáculos. A dificuldade é, contudo, compensada, pela beleza e riqueza do património natural e material com que se vai cruzando.

Conselho do autor

Descubra a Serra do Açor, visite as Aldeias do Xisto de Benfeita e Vila Cova do Alva e passeie na Mata da Margaraça, uma relíquia da floresta portuguesa. Reserve o seu alojamento, experiência e refeição em . 
Foto do perfil de Aldeias do Xisto
Autor
Aldeias do Xisto
Atualizado: 19.05.2021
Dificuldade
difícil
Esforço
Experiência global
Ponto mais alto
1 082 m
Ponto mais baixo
180 m

Tipos de caminhos

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Informação de segurança

- Planeie antecipadamente o seu passeio

- Tenha atenção à possibilidade de cruzamento com veículos motorizados nos caminhos públicos sinalizados

- Respeite a utilização dos trilhos por razões ambientais ou de manutenção

- Aconselhável uso de GPS

 

Contactos Úteis:

SOS Emergência: 112

SOS Floresta: 117

Câmara Municipal de Arganil: (+351) 235 200 150

Aldeias do Xisto: (+351) 275 037 393 | (+351) 960 101 873

Dicas e sugestões

Pertencente ao concelho de Arganil, Coja tem um interessante património que vale a pena conhecer. A Igreja Matriz de São Miguel, as Capelas de Santo António, do Senhor do Sepulcro, de Nossa Senhora da Ribeira e da Casa do Prior Costa, o Pelourinho em estilo manuelino ou a senhorial Casa da Praça são paragens obrigatórias.

Banhada pelo rio Alva, em Coja encontra ainda uma praia fluvial onde o sossego e a tranquilidade estão à sua espera. A Serra do Açor - a quinta mais alta de Portugal continental - constitui o quadrante norte do território das Aldeias do Xisto, assegurando a continuidade da Cordilheira Central, a partir da Serra da Estrela. Aqui encontramos a Paisagem Protegida da Serra do Açor e o Sítio de Importância Comunitária Complexo do Açor composto por quatro espaços distintos: a Mata da Margaraça; o Fajão; o Cebola; e o São Pedro do Açor.

Aqui ocorre o limite Sul da área de distribuição de uma planta rara: o narciso. É nesta serra que a Trepadeira-dos-muros tem aparecido nos invernos dos últimos anos. E é esta a serra que alberga mais de metade da população mundial de uma espécie arbórea, o Azereiro que tem na Mata da Margaraça a maior população mundial da espécie concentrada num só local.

Início

40.266461° / -7.987934° (178 m)
Coordenadas:
GD
40.266626, -7.987995
GMS
40°15'59.9"N 7°59'16.8"W
UTM
29T 586048 4457842
w3w 
///vidrar.recriando.rugiu
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Itinerário

O percurso percorre na fase inicial, em conjunto com o percurso verde, azul e vermelho, algumas ruas estreitas de Côja, em direção à Ponte Romana onde inicia o périplo por pisos de terra batida, em direção ao Parque do Vale. Nesta fase o percurso segue pelo limite do perímetro urbano de Côja em direção ao Aeródromo e à zona das antigas indústrias cerâmicas onde abandona o percurso verde e segue em conjunto com o percurso azul e vermelho para norte, sempre em caminhos de terra batida. Deste o local o percurso contorna o Aeródromo a norte e segue ao longo do vale do Rio Alva, na interface da zona agrícola e florestal, até à ponte de pedra sobre o Rio Alva, em Barril de Alva. Posteriormente é feita uma travessia em alcatrão de 0,13km, tomando de seguida à esquerda um caminho em terra batida em direção a Vila Cova de Alva, localidade que é abordada através de um trilho com enquadramento cénico sobre o Rio Alva extremamente interessante. Neste aglomerado são percorridas algumas das suas estreitas ruas seculares, separando-se aqui do percurso azul e seguindo em conjunto com o percurso vermelho. Posteriormente o percurso segue em direção a este (E) através de uma travessia de 0,4km de alcatrão, deixando-o à saída de Vila Cova de Alva a partir de um caminho agrícola à direita. A partir desta zona é efetuado um longo encadeamento de caminhos florestais ao longo do vale da Ribeira do Porto de Avô, subindo-o em direção ao aglomerado de Anceriz, atravessando-o na sua zona antiga por ruas em calçada e pedra, junto à igreja matriz, seguindo a subida em direção a sul até à zona alta desta antiga freguesia. Posteriormente o caminho desce em direção a Portelinha por uma estrada florestal, entrado na vale da Ribeira de Pomares onde toma um trilho agrícolas até essa localidade, atravessando-a em direção ao parque de campismo, praia fluvial e ponte romana de Pomares. Junto à ponte é seguida uma rua pedonal estreita, junto ao um corrimão de madeira longo até à saída de Pomares, onde é iniciada uma subida com a extensão de 2,7km, com zonas de inclinação íngreme, intercaladas com algumas zonas planas, para sul. No final da subida o percurso separa-se do percurso vermelho, seguindo à esquerda contornando o alto do Carvalhal pelo lado sudeste em direção ao cabeço da Chama, até ao caminho municipal para Valado e Casarias. Efetuada a travessia deste caminho o percurso segue ao longo da vertente em direção à localidade de Moura da Serra, efetuando a aproximação por um trilho florestal. Já em Moura da Serra, atravessa-se o interior pela sua rua principal até à saída pelo caminho antigo para Mourisia, subindo até ao caminho municipal. Neste local é feita a travessia em alcatrão, com 1,1km, em direção à estrada municipal 508 até à “Encosta de Amieira”, onde é retomado o caminho florestal, à direita. Já na “Encosta de Amieira” o percurso inflete para oeste (O) em direção a Parrozelos, pela zona da “Estrada Real” em caminhos e trilhos de xisto, por vezes muito duros, até à Casa do Guarda Florestal. No cruzamento da Casa do Guarda é possível optar por um troço de ligação para o percurso vermelho, permitindo reduzir a distância de percurso e o nível de dificuldade física. Continuando pelo percurso preto segue-se junto à Casa do Guarda para a estrada de Parrozelos, passando-se junto à localidade numa descida longa contínua e rápida em direção a Porto Castanheiro. A chegada a e a travessia desta localidade é feita em piso de cubos de granito, passando-se no largo e capela, no sentido do vale em direção ao antigo caminho em xisto para os socalcos agrícolas, subindo-se a meio por um trilho em terra batida para um caminho municipal que é percorrido numa extensão de 0,95km. No final dessa distância segue-se um carreiro à direita ligeiramente a subir e paralelo com o caminho que conduzirá os utilizadores a caminho florestal ao longo da encosta, passando por cima da localidade de Teixeira, em direção ao aglomerado populacional de Água d’Alte. Neste local a entrada é feita também por trilhos e a passagem feita pelas suas ruas com dimensão pedonal, descendo-se até à ribeira da localidade para depois se iniciar uma nova secção com sentido ascendente, contornando todo o vale do “Caratão” numa amplitude de 180º com vários quilómetros, para no final o percurso imflectir no sentido oposto para oeste (O) em direção a Selada das Eiras, primeiro subindo um estradão até à cota de 851m e depois descendo até este sítio. Já neste espaço o percurso adota uma das saídas à direita por um caminho a meia encosta primeiro e depois uma longa subida em direção ao Cabeço de Monte Redondo. Já no topo junto ao posto de vigia é iniciada a longa descida em trilhos e caminhos florestais, passando por “Deguimbra de Cima”, “Pêra Afonso” num trilho com aproximadamente 2,5km que termina na zona de “Vale Coelho”, fazendo-se uma ligeira pausa na descida para depois retoma-la na sua zona mais íngreme até à zona de “Porto da Costa”. Ao chegar a este local está-se junto à Ribeira de Folques, que o percurso acompanhará nos próximos quilómetros até a Arganil em trilhos e caminhos florestais, passando pelos extensos terrenos agrícolas da Quinta do Mosteiro, Folques, Valbona e os carvalhais do sopé do Mont’Alto, até entrar no perímetro urbano de Arganil. A passagem da sede de concelho é feita também ao longo da Ribeira de Folques, primeiro no parque verde do “Sub Paço” e depois por um passadiço de madeira até junto da escola secundária onde são adotados os caminhos agrícolas para deixar a zona de Arganil em direção a Alagoa, até à foz da Ribeira de Folques no Rio Alva. A partir deste local e feito um trilho nas margens do Rio Alva em direção montante, que passa as zonas de Peneda da Talhada, “Pedras Negras”, a proximidade de Secarias, até à Praia Fluvial da Cascalheira, abandonando-se o trilho e subindo-se para cotas mais elevadas nas proximidades de rio, num extenso encadeado de caminhos e estradas florestais em direção a Côja, passando as proximidades de Machorro, a ponte dos “Poços” e Vale de Carro, última localidade onde após uma ligação de 0,5km de alcatrão são reencontrados os percursos verde, azul e vermelho. A partir desta zona o percurso segue sempre o sentido da Ribeira da Mata da Margaraça através de caminhos agrícolas e um troço de 0,25km de alcatrão até à Senhora da Ribeira, onde é efetuada a travessia da Ribeira através de uma ponte pedonal, seguindo um trilho agrícola até ao fim, no Parque do Prado.

Nota


Toda a informação sobre áreas protegidas

Coordenadas

GD
40.266626, -7.987995
GMS
40°15'59.9"N 7°59'16.8"W
UTM
29T 586048 4457842
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Dificuldade
difícil
Distância
86,2 km
Duração
5:30 h
Desnível acumulado positivo
2 756 m
Desnível acumulado negativo
2 756 m
Ponto mais alto
1 082 m
Ponto mais baixo
180 m

Estatísticas

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Funções
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