Grande Travessia de BTT rota recomendada

Sob o Signo do Cabril [GR33 - GRZ: BTT Setor 5]

· 1 review · Grande Travessia de BTT · Portugal · aberto
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  • Sob o Signo do Cabril: Derivação Estação Intermodal de Vale de Góis [GR33 - GRZ]
    / Sob o Signo do Cabril: Derivação Estação Intermodal de Vale de Góis [GR33 - GRZ]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Derivação Estação Intermodal de Vale de Góis [GR33 - GRZ]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Área de Descanso da Arrochela > Sra. da Confiança [GR33 - GRZ: Etapa 8]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Área de Descanso da Arrochela > Sra. da Confiança [GR33 - GRZ: Etapa 8]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Madeirã > Área de Descanso da Arrochela [GR33 - GRZ: Etapa 7]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Madeirã > Área de Descanso da Arrochela [GR33 - GRZ: Etapa 7]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Sobral > Madeirã [GR33 - GRZ: Etapa 6]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Área de Descanso da Frazumeira > Sobral [GR33 - GRZ: Etapa 5]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Área de Descanso da Frazumeira > Sobral [GR33 - GRZ: Etapa 5]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Álvaro > Área de Descanso de Frazumeira [GR33 - GRZ: Etapa 4]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Álvaro > Área de Descanso de Frazumeira [GR33 - GRZ: Etapa 4]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Área de Descanso de Felgueiras > Álvaro [GR33 - GRZ: Etapa 3]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Área de Descanso de Felgueiras > Álvaro [GR33 - GRZ: Etapa 3]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Área de Descanso de Felgueiras > Álvaro [GR33 - GRZ: Etapa 3]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Área de Descanso de Felgueiras > Álvaro [GR33 - GRZ: Etapa 3]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Abitureira > Área de Descanso de Felgueiras [GR33 - GRZ: Etapa 2]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Abitureira > Área de Descanso de Felgueiras [GR33 - GRZ: Etapa 2]
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  • / Sob o Signo do Cabril: Cambas > Abitureira [GR33 - GRZ: Etapa 1]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
  • / Sob o Signo do Cabril: Cambas > Abitureira [GR33 - GRZ: Etapa 1]
    Foto: Diogo Martins, Aldeias do Xisto
m 800 700 600 500 400 300 200 60 50 40 30 20 10 km Adega dos Apalaches Casas de Campo Aldeia de Camelo Casa do Dão Casa de Santo Antão Vilar dos Condes
Sob o Signo do Cabril é o 5.º setor da Grande Rota do Zêzere. Com 62 km, liga Cambas, no concelho de Oleiros, a Pedrógão Pequeno, no concelho da Sertã.
aberto
moderado
Distância 62 km
7:00 h
1 969 m
1 909 m
Passa pela Abitureira, Área de Descanso de Felgueiras, Aldeia do Xisto de Álvaro, Área de Descanso de Frazumeira, Sobral, Madeirã, Área de Descanso da Arrochela e Sra. da Confiança.

Conselho do autor

Fique atento às surpresas que o Zêzere lhe reserva a qualquer instante. Em Pedrógão Pequeno, atravesse a Ponte Filipa, classificada como Monumento Nacional e delicie-se com a sopa de peixe.

Reserve a sua estadia, experiência e refeição em Book in Xisto.

 

Resultados da Auditoria RESPONSIBLE TRAILS:

(Última auditoria em Julho de 2020)

 

Sinalização > 2 - Falta muita sinalização (necessário GPS ou mapa)

Conservação dos caminhos > 4 - Em bom estado de conservação geral mas com zonas pontuais de maior atenção

Conservação geral > 3 - Degradação pontual mas sem impactos negativos na experiência

Estruturas informativas > 4 - Bem mantidas e com interesse

Estruturas interpretativas > 2 - Degradadas e/ou sem relevância

Estruturas de apoio e segurança > 4 - Estruturas essenciais bem mantidas

Interação com comunidade > 5 - Forte ligação à comunidade onde se insere e estimulo da interação

Integração na paisagem > 5 - Perfeitamente integrado na paisagem, explorando pontos de interesse relevantes

Segurança geral > 4 - Apresenta situações pontuais de baixo risco

Foto do perfil de Aldeias do Xisto
Autor
Aldeias do Xisto
Atualizado: 23.07.2021
Dificuldade
moderado
Técnica
Condição
Experiência
Paisagem
Ponto mais alto
647 m
Ponto mais baixo
287 m
Melhor época do ano
jan
fev
mar
abr
mai
jun
jul
ago
set
out
nov
dez

Possibilidade de pausa para descanço

Praia Fluvial de Álvaro
Aldeia do Xisto de Álvaro
Camping Oleiros
Vilar dos Condes
Hotel Santa Margarida
Loja Aldeias do Xisto de Álvaro
Callum
Casa de Santo Antão
Moinho das Freiras
Aldeia do Xisto de Pedrógão Pequeno
Praia Fluvial de Cambas
Praia Fluvial da Albufeira do Cabril
Adega dos Apalaches
Casa da Ladeira
Montra da Loja Aldeias do Xisto do Hotel de Santa Margarida
Casa do Dão
Loja Aldeias do Xisto da Pampilhosa
Casas de Campo Aldeia de Camelo

Informação de segurança

Atenção ao calor no verão e ao piso escorregadio no inverno. Os níveis de dificuldade e tempos apresentados são apenas indicativos. Foram calculados numa base de esforço físico e não contemplam paragens. Faça a sua estimativa analisando os dados técnicos do troço a percorrer.

 

Recomenda-se a utilização de Gps ou App, pois falta muita sinalização. 
Toda a sinalização em falta deste setor é principalmente na Etapa 7/8.

 

Contactos úteis

SOS Emergência: 112

SOS Floresta: 117

Câmara Municipal de Oleiros: (+351) 272 680 130 | 

Dicas e sugestões

Em Cambas, o Zêzere empresta um pouco da sua beleza à praia fluvial, situada na margem direita e resguardada por serras cobertas de pinhais. Outro dos atrativos da praia fluvial é o açude, com uma cascata que transmite toda a frescura do rio. A Ponte de Cambas, situada a montante, é outro ponto emblemático que marca de forma indelével a paisagem envolvente. Vale ainda a pena visitar a antiga Igreja Matriz, na qual se destacam os altares em talha, oito painéis de azulejos moçárabes atribuídos ao século XVI e algumas imagens e figuras emblemáticas, como a do Sagrado Coração de Jesus e a “carranca do púlpito”.

A Abitureira é uma terra com bastante tipicidade e com reconhecido saber-fazer, traduzido em produtos de qualidade. O queijo de cabra que aqui se produz ou o cabrito estonado são embaixadores perfeitos de uma terra com um saber ancestral passado de geração em geração. Ao nível da fauna, destaca-se, além do javali, a presença da gralha. 

Chegado à Área de Descanso de Felgueiras, aproveite para contemplar e desfrutar sem pressas da paisagem. A frescura do lugar, aliada ao som forte da água que vence o açude, ilustrados com apontamentos da história rural, fazem deste um dos mais pitorescos lugares da região. Vagueie o olhar pelo espaço envolvente e observe-o em toda a sua amplitude. 

A alvura do casario atesta a importância histórica desta que já foi uma “villa” nobre, outrora sede de concelho, sinal de um estatuto herdado desde tempos remotos. Álvaro é hoje uma das aldeias brancas da Rede das Aldeias do Xisto. Elemento essencial a toda a paisagem, o rio deu também origem à praia fluvial, com condições propícias à prática de diversas atividades desportivas e de lazer como pesca, canoagem, passeios de barco e aluguer de gaivotas. É obrigatório percorrer o circuito religioso da Aldeia. 

Os meandros do Zêzere formam magníficas curvas pronunciadas por quilómetros de extensão, naquela que é uma das mais famosas paisagens classificadas pela UNESCO. Serpenteando pelas serranias xistentas cobertas de pinhal, com encostas íngremes e profundas, é, sem dúvida, o rio que surpreende com um traçado único que faz deste um dos mais belos vales fluviais portugueses. 

O nome Sobral significa “mata de sobreiros”, em virtude de nesta região, assim como em toda a zona envolvente da albufeira da barragem do Cabril, ocorrerem espécies como o sobreiro, o castanheiro ou o carvalho. Numa viagem em que o rio nos surpreende a cada instante, sinta o aroma a verde pinho acompanhado pelos cheiros da urze, da carqueja, do sargaço amarelo, da torga, dos tojos, dos fetos e da esteva. Nas vertentes das montanhas, vão existindo pitorescos povoados que evidenciam a singularidade do casario em xisto, mostrando uma ocupação ancestral pelo Homem. 

O núcleo habitacional de Madeirã, de arquitetura tradicional, apresenta alguns imóveis de traça senhorial que evidenciam a importância do lugar. Sugere-se uma visita à Igreja Matriz e ao Santuário do Senhor Jesus do Vale Terreiro. No centro cívico da aldeia, não deixe de apreciar a exposição etnográfica situada no largo, ao ar livre. No campo gastronómico, para além da já referida aguardente de medronho, o destaque vai também para a doçaria, com as famosas cavacas e o bolo de mel. 

O lugar da Arrochela, também conhecido por Rodochela, fica situado na freguesia de Pedrógão Pequeno. O topónimo desta povoação está diretamente relacionado com a sua posição orográfica, a fazer lembrar um pequeno forte. Este lugar é atravessado pela ribeira com o mesmo nome e apresenta campos agrícolas bastante férteis. 

O percurso termina na Nossa Senhora da Confiança, onde se encontra a capela mandada construir pela família Conceição e Silva, oriunda de Pedrógão Pequeno, no ano de 1902, sobre as ruínas de uma outra mais antiga. A atual capela possui linhas simples e é composta por uma só nave. A ermida é palco de uma das romarias mais antigas e concorridas da região, que decorre entre os dias 7 e 9 de setembro.  

A atual ermida de Nossa Senhora da Confiança foi mandada construir pela família Conceição e Silva, oriunda de Pedrógão Pequeno, no ano de 1902 (projeto do arquiteto Ruynant), sobre as ruínas de uma outra mais antiga. Reza a lenda que esta foi mandada construir no século XIII, por um nobre cavaleiro que, estando nesse tempo sob prisão e a caminho de Coimbra, pernoitou numa cela da cadeia de Pedrógão Pequeno, situada nas imediações da Capela de Santo António. Este fidalgo alegava ser vítima de intrigas na Corte. Durante a noite resolveu rezar, suplicando à Virgem Maria a proteção e confiança na sua inocência. E apareceu-lhe a imagem de Nossa Senhora. Nesse momento, prometeu ali mandar construir uma ermida, promessa que cumpriu após a sua absolvição, sob a invocação de Nossa Senhora da Confiança. A atual capela possui linhas simples e é composta por uma só nave. Os seus altares são de grande valor pela sua talha antiga, a qual pertenceu ao antigo Convento de Santo António da Sertã. Aqui tem lugar, anualmente, uma das romarias mais antigas e concorridas da região, entre os dias 7 e 9 de setembro. No espaço envolvente existem vestígios de um castro da Idade do Bronze Final e do Ferro. 

A Igreja Matriz e a Ponte Filipina, classificada como Monumento Nacional, são os principais pontos de interesse da Aldeia do Xisto de Pedrógão Pequeno. É obrigatório provar a sopa de peixe.

Início

Cambas Lat.: 40° 0' 31.32" N Long.: 7° 50' 39.948" W (302 m)
Coordenadas:
GD
40.008792, -7.844515
GMS
40°00'31.7"N 7°50'40.3"W
UTM
29T 598620 4429372
w3w 
///aumentam.fabril.calçamento

Destino

Pedrógão Pequeno Lat.: 39° 54' 13.32" N Long.: 8° 7' 56.748" W

Instruções

Após a passagem para a margem esquerda do Rio Zêzere, a GRZ segue na berma da estrada, para a abandonar depois de 1500 metros percorridos e entrar em caminho florestal. Percorrido 1 km praticamente plano e paralelo ao rio, a GRZ inicia uma subida que irá levar aos Roucos de Baixo e de Cima. Após ligeira descida, o percurso volta a subir agora em direção a Abitureira, onde é possível desfrutar de um fontanário e parque de merendas. 

De volta à terra batida e em ligeira subida, aproveite para observar lá ao fundo o rio serpenteando por entre os montes e também a aldeia do Açor, junto à margem direita do Rio. Cerca de 1500 metros após iniciar a descida, o percurso passa nas Felgueiras e prossegue em direção à bela ponte filipina, vulgarmente conhecida como Ponte das Felgueiras, onde encontra uma Área de Descanso e um Leitor de Paisagem. 

 Após a subida, segue-se um troço de cerca de 2 km em largo caminho de terra batida que irá conduzir à entrada da Gaspalha, onde a GRZ se encontra com a PR1-OLR- Caminho do Xisto - Nos Meandros do Zêzere, que a irá acompanhar até Álvaro. O percurso desce em caminho de terra até cruzar a estrada nacional nas imediações da Ponte de Álvaro. Adiante irá tomar a estrada paralela ao rio, em direção à Praia Fluvial. Passando pela Estação Intermodal, sobe em caminho de terra até à localidade de Álvaro. 

A GRZ abandona Álvaro acompanhada pelo Caminho do Xisto de Álvaro - Mui Nobre Villa e passando pela Capela de São Sebastião e a ponte Romana sobre a ribeira de Alvélos. Após a subida encontra à esquerda, a Capela de São Pedro. Assim que o Caminho do Xisto abandona a GRZ, o percurso segue em direção a uma das mais belas paisagens da zona, os Meandros do Zêzere. Este troço termina na Área de Descanso da Frazumeira. 

 Após uma descida inicial, o percurso irá manter-se na mesma cota durante cerca de 1500 metros até voltar a subir ao encontro de um troço de estrada nas proximidades de Curral do Faval. Percorridos 100 metros, esta é abandonada para ser tomado um caminho à direita. Os 4km seguintes decorrem em caminhos florestais e terminam com novo encontro com a estrada anterior a acompanhar o seu sinuoso traçado em subida até à povoação de Sobral. 

Nesta zona, há duas partes distintas. A primeira decorre integralmente na berma da estrada e, após a descida inicial, cruza dois cursos de água. Na segunda parte, e após a travessia da ponte sobre a ribeira da Madeirã, o percurso inicia uma longa subida. Parte deste trajeto decorre em caminho florestal e conduz à povoação da Madeirã. 

Após deixar a localidade de Madeirã, o percurso entra em caminhos florestais novamente em direção ao rio. Este fica sempre ao longe, dado que uma intrincada rede de caminhos em floresta de eucalipto terá que ser percorrida em direção à Ribeira do Calvo. A subida que se segue leva aos lugares de lugares de Vilar(es) Fundeiro, do Meio e Cimeiro, num troço que termina muito próximo da EN350. Aqui inflete novamente para o rio e segue por caminhos florestais em descida ligeira até ao lugar de Arrochela. 

Começa aqui uma alternância entre descidas e subidas, asfalto e caminhos florestais. Esta variação conduz primeiro ao lugar do Roqueiro e às proximidades do Casal dos Bufos. Aqui inicia uma descida que só termina na margem da Albufeira do Cabril, a qual percorre durante cerca de 1,5km até ao local de início de uma derivação para a Estação Intermodal de Vale de Góis. O percurso principal inicia aqui a subida que termina num magnífico miradouro. 

O percurso termina na Aldeia do Xisto de Pedrógão Pequeno, local de obrigatória paragem e visita.

Nota


Todas as ocorrências para esta Rota

Coordenadas

GD
40.008792, -7.844515
GMS
40°00'31.7"N 7°50'40.3"W
UTM
29T 598620 4429372
w3w 
///aumentam.fabril.calçamento
Chegada por comboio, carro, a pé ou bicicleta

Equipamento

Equipamento Básico

  • Capacete de ciclismo
  • Luvas de ciclismo
  • Calçado resistente, confortável e de preferência impermeável
  • Roupas em camadas, que absorvem a umidade
  • Mochila, com capa de chuva
  • Proteção contra sol, chuva e vento (chapéu, filtro solar, jaqueta impermeável e corta-vento / guarda-chuva)
  • Óculos de sol
  • Quantidade suficiente de água potável e lanches
  • Kit de primeiros socorros, incluindo kit para bolhas
  • Bivaque / saco de emergência
  • Manta de sobrevivência
  • Lanterna de cabeça
  • Canivete
  • Apito
  • Celular
  • Dinheiro
  • Equipamento de navegação / mapa e bússola
  • Contactos de emergência
  • Documento de identificação

Equipamento Técnico para Grande Travessias de BTT

  • Bomba de ar ou bomba de CO2 incluindo cartuchos
  • Kit para reparo de furos
  • Câmara de ar extra
  • Desmonta pneus
  • Ferramentas para corrente
  • Chaves hexadecimais
  • Chave inglesa falada / de raios
  • Abraçadeiras
  • Lubrificante
  • Chaves de fenda
  • Suporte para celular / dispositivo, conforme necessário
  • Cadeado para bicicleta, conforme necessário
  • Quando aplicável, a bicicleta deve atender aos requisitos para uso em estradas, ter uma campainha, luzes dianteiras e traseiras, e refletores
  • Sistema de bagagem conforme necessário para a duração da viagem: cestos com suportes
  • Alforjes e bolsas para guidão / selim / quadro
  • Recomenda-se paralamas

longDistanceMountainBikingCamping

  • Barraca (3 ou 4 estações)
  • Fogareiro (inclusive combustível e utensílios)
  • Colchonete. Saco de dormir com classificação de temperatura adequada.
  • Comida
  • Artigos de higiene e medicamentos
  • Papel higiênico

Coisas a levar se ficar num Abrigo de Montanha

  • Artigos de higiene e medicamentos
  • Toalha de secagem rápida
  • Protetor de ouvido
  • Forro para saco de dormir
  • Pijama
  • Cartão de identificação do Clube Alpino, se aplicável
  • Máscara facial e desinfetante para mãos
  • As listas de equipamento 'básico' e 'técnico' são geradas com base na atividade selecionada. Elas não são exaustivas e servem apenas de sugestão.
  • Para sua segurança, leia atentamente as instruções de utilização e manutenção do seu equipamento.
  • Certifique-se de que o seu equipamento cumpre as leis locais e não inclui artigos restritos.

Perguntas & Respostas

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Avaliações

5,0
(1)

Fotos da Comunidade


Estado
aberto
Avaliação
Dificuldade
moderado
Distância
62 km
Duração
7:00 h
Elevação
1 969 m
Declive
1 909 m
Percurso de etapas

Estatísticas

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